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Prefeito Capeletti defende a realização do Réveillon e aponta possíveis interferências políticas em ação judicial

Uma ação popular protocolada na Vara Única de Tapurah busca impedir a realização do tradicional evento de fim de ano da cidade, alegando que o gasto de R$ 2,49 milhões seria inadequado diante de algumas demandas locais. Contudo, a gestão do atual prefeito Carlos Capeletti afirma que a administração tem priorizado o atendimento das principais necessidades da população, mantendo um planejamento financeiro sólido, que deixará cerca de R$ 60 milhões de recursos para continuidade das obras ou em licitação da atual gestão.


Além disso, há suspeitas de que a ação popular, movida pelo advogado Juliano Banegas Brustolin, esteja sendo patrocinada por grupos de oposição ao atual prefeito, com o objetivo de desestabilizar a gestão e barrar um evento que tradicionalmente reúne a comunidade e impulsiona o comércio local. Segundo a Prefeitura, essa não seria a primeira tentativa de oposição de inviabilizar a realização do Réveillon, o que reforçaria a percepção de que a ação judicial pode ter motivação política.


De acordo com a defesa da Prefeitura, os recursos destinados ao Réveillon não comprometem o orçamento municipal nem os serviços essenciais. Capeletti destaca que a gestão já garantiu investimentos robustos em áreas prioritárias, como saúde, educação e infraestrutura. Entre as realizações estão a aquisição de novas ambulâncias, incluindo uma unidade de terapia intensiva (UTI), para atender ao transporte de pacientes até o Hospital Regional de Sorriso. Além disso, o prefeito reforça que já foram destinados recursos para a reforma e ampliação das escolas municipais, bem como para a revitalização do Hospital Municipal de Tapurah.


Outro ponto enfatizado pela gestão é o investimento significativo no parque de máquinas da Prefeitura, que permitiu a execução de obras importantes no município, e a aquisição de 16 novos ônibus para o transporte escolar, garantindo maior segurança e conforto aos estudantes.


Prejuízos em caso de cancelamento

A defesa do evento também aponta que a suspensão do Réveillon pode gerar prejuízos financeiros consideráveis, já que parte dos contratos com artistas e fornecedores já foi paga. Além disso, o evento é tradicionalmente uma oportunidade para fomentar o comércio local e apoiar instituições de caridade, como a APAE, que recebe parte dos recursos provenientes da venda de ingressos e camarotes.


Prioridades em foco

Embora a ação popular levante críticas à destinação de recursos para o evento, apontando problemas como a precariedade do Hospital Municipal, a gestão Capeletti garante que as falhas identificadas estão sendo resolvidas com planejamento e eficiência. A Prefeitura destaca que a interdição parcial do decorreu de fiscalizações hospitalares e que as adequações permitidas já estão em andamento, sem que isso comprometa o atendimento à população.


Para o prefeito Carlos Capeletti, o evento de Réveillon representa mais do que lazer para os moradores. "Trata-se de um momento de união e celebração, que valoriza o trabalho realizado ao longo de um ano de conquistas. Nossa administração tem responsabilidade fiscal e deixa um legado de obras, investimentos e uma caixa robusta para a próxima gestão", afirma o gestor.


Implicações legais e possíveis motivações políticas

A ação popular é movida por Juliano Banegas Brustolin, advogado que, segundo a Prefeitura, pode ser um serviço de grupos políticos contrários à gestão Capeletti. Esse contexto gera questionamentos sobre os verdadeiros interesses por trás da iniciativa judicial, uma vez que a atual administração acredita que o evento de fim de ano é amplamente apoiado pela população e já faz parte da tradição do município.


A decisão sobre a realização do evento agora está nas mãos do Judiciário, que avaliará os argumentos apresentados na ação popular e na defesa da Prefeitura. Enquanto isso, a população de Tapurah aguarda ansiosamente pelo avanço e pela possibilidade de comemorar a chegada de 2025 com um evento que já se tornou parte da cultura local.

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