Servidor questiona delação de Riva, mas Justiça mantém pena em MT
- Reinaldo Stachiw
- 10 de nov. de 2024
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A juíza Célia Vidotti, da Vara de Ações Coletivas do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), decidiu manter as condenações contra o ex-secretário de finanças da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Guilherme da Costa Garcia, e o contador José Quirino Pereira, ambos envolvidos no esquema de desvio de recursos públicos. Guilherme foi condenado a devolver R$ 4 milhões aos cofres públicos e terá os direitos políticos suspensos por cinco anos. Já José Quirino deverá restituir R$ 5,5 milhões.

Ambos os condenados solicitaram a decisão, argumentando que as suas penas foram baseadas exclusivamente nos depoimentos de José Riva, ex-presidente da ALMT e delator do esquema. No entanto, a magistrada rejeitou os recursos, reafirmando que havia provas suficientes para sustentar a
De acordo com a decisão, Guilherme da Costa Garcia, enquanto responsável pelo setor financeiro da ALMT, assinou cheques destinados a uma empresa fictícia, a WZ Kateri & CIA Ltda, por meio dos quais foram desviados R$ 3,4 milhões. José Quirino, por sua vez, era o contador responsável pela documentação da empresa inexistente, registros da Secretaria de Estado de Fazenda de Mat
Esse processo faz parte da operação “Arca de Noé”, que expõe um esquema de fraudes envolvendo empresas fantasmas que recebiam pagamentos públicos sem prestar os serviços declarados. A representação de decisão um avanço no combate à corrupção e à impunidade no estado, reafirmando o compromisso do Judiciário em responsabilizar o meio ambiente.
Fonte: Folha Max









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